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Lembram de como foi o Cut Copy? Então, o The National tocou no dia seguinte no mesmo horário, mas com um agravante: o próximo show era do Arcade Fire. E aí uma coisa muito estranha aconteceu no “famoso” palco duplo: quando o MGMT acabou e o palco do outro lado se acendeu, quase ninguém saiu do lugar pra ir lá ver o The National um pouco mais de perto. O que na verdade foi ótimo: dei uns passos pra frente, estendi a canga, abri uma cerveja e vi o show muito bem e sentada – isso tudo, claro, enquanto o sol estava se pondo atrás do skyline de Chicago. Nada mal, não? Ah sim, o show. Foi incrível. Aliás, ao contrário do MGMT, eu gostei mais do The National ao vivo do que dos discos (não que sejam ruins, veja bem, é que ao vivo é realmente ooooooutra coisa). E <momento mulherzinha>o Matt Berninger dançando desajeitado é a coisa mais fofa</momento mulherzinha>.

Essa é do disco anterior, “Boxer”:

The National – Apartment Story

Hold ourselves together with our arms around the stereo for hours
While it sings to itself or whatever it does
When it sings to itself of its long lost loves
I’m getting tired, I’m forgetting why

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